Natural Resources & ESG Summit 2026 mostra como inteligência territorial está aproximando operações e ESG

Evento da Imagem Geosistemas reuniu especialistas de empresas como Vale, Samarco, Petrobras, EnvironPact, Ambipar e Transnordestina para compartilhar aplicações de GIS, Inteligência Artificial e análise espacial voltadas à gestão de recursos naturais, operações e sustentabilidade.

Imagem Geosistemas

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Inteligência territorial conecta operações, sustentabilidade e tomada de decisão

Empresas dos setores de mineração, energia, óleo e gás, infraestrutura e meio ambiente convivem diariamente com grandes volumes de dados produzidos por sensores, imagens de satélite, drones, sistemas corporativos e equipes de campo.

O desafio está em transformar essas informações em decisões rápidas e bem fundamentadas.

Esse foi o tema central do Natural Resources & ESG Summit 2026, promovido pela Imagem Geosistemas nos dias 1 e 2 de julho, no Rio de Janeiro.

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Durante dois dias, Clientes, especialistas e lideranças compartilharam experiências sobre como a inteligência territorial vem integrando operações, gestão ambiental, governança e Inteligência Artificial para aumentar a eficiência, reduzir riscos e apoiar decisões em organizações que dependem do território para operar.

Os casos apresentados demonstraram uma evolução no uso das tecnologias geoespaciais.

O GIS deixou de apoiar apenas atividades cartográficas e passou a integrar processos, áreas de negócio e diferentes fontes de informação em uma visão única da operação.

Operações mais inteligentes começam com dados conectados

A abertura da trilha Natural Resources foi conduzida por Leonardo Fernandes, Gerente Comercial de Recursos Naturais da Imagem Geosistemas, que destacou os desafios enfrentados por organizações responsáveis por operações distribuídas e ativos de grande porte.

Entre eles estão a integração de dados, o acompanhamento de ativos em campo, a redução de riscos operacionais e a necessidade de responder rapidamente às mudanças que ocorrem no território.

Leonardo Fernandes realiza a abertura da trilha Natural Resources durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.
Leonardo Fernandes realiza a abertura da trilha Natural Resources durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.

IA Geoespacial amplia a capacidade de interpretar o território

Na sequência, Daniel Henrique Candido, Especialista em Recursos Naturais da Imagem Geosistemas, apresentou aplicações da IA Geoespacial voltadas à interpretação de imagens, automatização de análises espaciais e geração de informações para apoio à tomada de decisão.

A apresentação mostrou como modelos de Inteligência Artificial passam a produzir resultados mais relevantes quando incorporam o contexto geográfico, permitindo compreender relações espaciais que normalmente não aparecem em análises tradicionais.

Daniel Henrique Candido apresenta aplicações de IA Geoespacial durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.
Daniel Henrique Candido apresenta aplicações de IA Geoespacial durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.

Casos mostram aplicações práticas em mineração e meio ambiente

Os cases apresentados durante o evento mostraram como organizações brasileiras vêm utilizando o ArcGIS para apoiar operações críticas.

A Vale apresentou aplicações de geoprocessamento e Inteligência Artificial voltadas ao suporte à tomada de decisão em projetos de mineração e, posteriormente, demonstrou a utilização do ecossistema ArcGIS na implementação de um HUB de Dados Sociais para o PAEBM.

Especialista da Vale apresenta aplicações de geoprocessamento e Inteligência Artificial para projetos de mineração.
Gisele Ribeiro Ramos da Vale apresenta aplicações de geoprocessamento e Inteligência Artificial para projetos de mineração.

A Samarco compartilhou um estudo de caso sobre a recuperação de áreas degradadas no contexto do Novo Acordo da Bacia do Rio Doce, demonstrando como a inteligência territorial contribui para o planejamento, monitoramento e acompanhamento das ações ambientais.

Thaís Silva apresenta estudo de caso sobre recuperação de áreas degradadas utilizando inteligência territorial.
Thaís Silva apresenta estudo de caso sobre recuperação de áreas degradadas utilizando inteligência territorial.

Monitoramento territorial fortalece a resposta a emergências

A Petrobras apresentou aplicações voltadas ao monitoramento ambiental e à emissão de alertas em situações de emergência, integrando diferentes bases de dados para ampliar a capacidade de resposta das equipes.

Cristina Bentz apresenta soluções de monitoramento ambiental e resposta a emergências com GIS.
Cristina Bentz apresenta soluções de monitoramento ambiental e resposta a emergências com GIS.

Na sequência, a EnvironPact mostrou como a inteligência geográfica apoia operações offshore, oferecendo maior consciência situacional durante ações de resposta a emergências.

Eduardo Cândido de Moraes Silva e Lucas Rodrigues daEnvironPact apresentam aplicações de inteligência geográfica para resposta a emergências offshore.
Eduardo Cândido de Moraes Silva e Lucas Rodrigues da
EnvironPact apresentam aplicações de inteligência geográfica para resposta a emergências offshore.

 

Gêmeos Digitais e IA ampliam a visão sobre as operações

Encerrando a programação da trilha Natural Resources, Fabio Luis Pires dos Santos e Paulo Siqueira Junior, da Imagem Geosistemas, apresentaram como Gêmeos Digitais e agentes de Inteligência Artificial podem apoiar a gestão de ativos e operações complexas.

As demonstrações mostraram como a integração entre dados geoespaciais, sensores, modelos tridimensionais e Inteligência Artificial contribui para ampliar a consciência situacional, apoiar simulações e fornecer informações mais consistentes para a tomada de decisão.

A gestão territorial como vantagem competitiva

O encerramento da trilha Natural Resources reuniu especialistas no painel “Do passivo ao ativo: gestão territorial como vantagem competitiva”, mediado por Maíra Pinheiro Soares, da Imagem Geosistemas.

O debate reuniu representantes de diferentes organizações para discutir como a integração entre operações, dados territoriais e gestão ambiental vem fortalecendo a tomada de decisão em setores intensivos em ativos.

Entre os temas abordados estiveram o compartilhamento de informações entre áreas, a redução de riscos operacionais e o papel do GIS como plataforma de integração para diferentes processos de negócio.

Painel de debates reúne representantes da Samarco, NTS, Transnordestina e Imagem Geosistemas para discutir como a inteligência territorial conecta operações, gestão ambiental e tomada de decisão.
Painel de debates reúne representantes da Samarco, NTS, Transnordestina e Imagem Geosistemas para discutir como a inteligência territorial conecta operações, gestão ambiental e tomada de decisão.

ESG amplia a discussão sobre governança, risco e sustentabilidade

O segundo dia do Summit direcionou as discussões para a integração entre inteligência territorial, governança e sustentabilidade.

A programação foi aberta por Luiz Claudio Mendes Vargas, Diretor de Negócios Estratégicos da Imagem Geosistemas, seguido da keynote de Marlos Batista, Diretor de Sustentabilidade, que abordou o papel das tecnologias geoespaciais na evolução das estratégias de ESG.

Na sequência, uma mesa-redonda reuniu representantes do IBP, INEA, CETESB, Rumo Log e da Imagem Geosistemas para discutir como dados territoriais, GIS e Inteligência Artificial vêm apoiando a gestão ambiental, a rastreabilidade das operações e a conformidade regulatória.

Mesa-redonda reúne representantes da Imagem Geosistemas, IBP, INEA, CETESB e Rumo Log para discutir como GIS, dados territoriais e Inteligência Artificial fortalecem a gestão ambiental e as estratégias de ESG.
Mesa-redonda reúne representantes da Imagem Geosistemas, IBP, INEA, CETESB e Rumo Log para discutir como GIS, dados territoriais e Inteligência Artificial fortalecem a gestão ambiental e as estratégias de ESG.

A programação também apresentou aplicações práticas desenvolvidas por organizações que utilizam inteligência territorial em suas operações.

A Petrobras mostrou o uso do Common Operating Picture na Margem Equatorial para ampliar a consciência situacional em operações ambientais.

A Transnordestina Logística compartilhou sua experiência com o Survey123 em processos de fiscalização ambiental e comunicação social, enquanto a Ambipar Biofílica apresentou aplicações de geotecnologia voltadas ao monitoramento de projetos ambientais e operações relacionadas ao mercado de carbono.

Nãnashaira Medeiros Siqueira e Carlos Augusto Portela de SennaEspecialistas da Petrobras apresentam aplicações do Common Operating Picture para monitoramento ambiental e operações na Margem Equatorial durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.
Nãnashaira Medeiros Siqueira e Carlos Augusto Portela de Senna:
Especialistas da Petrobras apresentam aplicações do Common Operating Picture para monitoramento ambiental e operações na Margem Equatorial durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.
Edmundo Rodrigues, da Transnordestina Logística, apresenta o uso do Survey123 em processos de fiscalização ambiental e comunicação social no Natural Resources & ESG Summit 2026.
Edmundo Rodrigues, da Transnordestina Logística, apresenta o uso do Survey123 em processos de fiscalização ambiental e comunicação social no Natural Resources & ESG Summit 2026.
Felipe Negreli, da Ambipar Biofílica, apresenta aplicações de geotecnologia para monitoramento de projetos ambientais e operações de carbono durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.
Felipe Negreli, da Ambipar Biofílica, apresenta aplicações de geotecnologia para monitoramento de projetos ambientais e operações de carbono durante o Natural Resources & ESG Summit 2026.

Inteligência territorial integra operações e ESG

Ao longo das duas trilhas, um ponto apareceu de forma recorrente nas apresentações:

operações, meio ambiente, governança e sustentabilidade dependem cada vez mais da integração entre dados, pessoas e território.

Os casos compartilhados por empresas de mineração, energia, óleo e gás, logística e consultoria mostraram diferentes aplicações dessa abordagem, desde a gestão de ativos e a resposta a emergências até o monitoramento ambiental, a recuperação de áreas degradadas e a rastreabilidade de operações.

O Natural Resources & ESG Summit 2026 reforçou esse cenário ao reunir organizações que já utilizam a inteligência territorial para apoiar decisões mais rápidas, reduzir riscos e conectar áreas que, durante muito tempo, trabalharam de forma independente.

Participantes do Natural Resources & ESG Summit 2026 promovido pela Imagem Geosistemas no Rio de Janeiro.

 

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