Dias mais quentes têm ampliado e intensificado secas em diversas regiões dos Estados Unidos, trazendo consequências sérias e encadeadas.
Além das já conhecidas restrições de água e do aumento no risco de incêndios florestais, períodos prolongados de seca tornam a exposição ao calor extremo ainda maior.
Mas existe outro impacto igualmente significativo e, muitas vezes, pouco discutido:
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Uma jornada em 3 episódios sobre como a inteligência geoespacial e o ArcGIS estão transformando o agronegócio. A cada episódio, avançamos em maturidade operacional — da coleta à integração corporativa.
Assista Agoraos efeitos econômicos nas regiões que dependem fortemente da agricultura.
A seguir, um vídeo e um mapa interativo da Esri ilustram a evolução da seca e seus impactos nos EUA desde o ano 2000.
É possível navegar semana a semana pelos diferentes níveis de severidade, explorar as condições de cada período e consultar previsões de seca para o restante do mês e da estação.

O mapa interativo criado pela Esri também inclui informações demográficas, agrícolas e econômicas que ajudam a quantificar o impacto da seca em cada condado.
Entre os dados consultáveis estão:
- vendas agrícolas locais,
- número de pessoas empregadas no setor,
- valor da produção de culturas específicas (como milho, soja, algodão, frutas e outros cultivos),
- indicadores que ajudam a avaliar a vulnerabilidade econômica da região.
Essa combinação de dados setoriais e geográficos permite entender não apenas onde a seca ocorre, mas como ela afeta diretamente a economia local.
Por que mapas de impacto são tão poderosos?
Mapas de impacto tornam a informação mais prática e acionável.
Eles conectam:
- o onde (geografia da seca),
- o porquê (causas e intensidades),
- e o como (efeitos sobre pessoas e economias).
Um mapa que apenas mostra a seca já é útil.
Mas um mapa que mostra o impacto econômico causado por aquela seca é ainda mais valioso — especialmente para:
- gestores públicos,
- produtores rurais,
- empresas que dependem de cadeias agrícolas,
- profissionais que atuam em adaptação climática e planejamento territorial.
Ao adicionar dados demográficos e agrícolas, cria-se um retrato completo da realidade local.
Essas informações orientam como comunidades, governos e negócios podem se adaptar aos padrões climáticos em mudança.
Traduzido e adaptado do original de Robby Deming do site maps.com.
