Um dos assuntos mais falados recentemente é a transformação digital, a pandemia acelerou o processo de transformação de muitas empresas, e com isso tornou-se necessário que as pessoas se adaptassem as novas mudanças de rotina, inclusive nas Universidades. Estamos mais conectados e isso faz que dia após dia centenas de milhares de dados sejam criados, compartilhados e consumidos.

Certamente, você já deve ter ouvido falar que “Dados são o novo petróleo”, essa frase foi dita pelo matemático londrino, Clive Humby, que é especialista em ciência de dados. Diferente do petróleo, dados são uma fonte inesgotável, e isso vem movimentando o mundo dos negócios.

Trabalhar com dados não é simples porque em seu formato bruto não há resposta para as perguntas, ou seja, um dado sozinho não traz informação e relevância. É preciso modelar e adicionar inteligência nas análises para se extrair o melhor de cada informação.

O fato é que existem dados de todos os tipos, entretanto, eles sempre irão ter uma variável em comum, o componente geográfico. O uso da geográfica faz com que seja possível dar sentido aos dados, indicando onde os fenômenos ocorrem.

Se a análise espacial é tão importante para entendermos os dados, não deveríamos ter esse conhecimento aplicado nas escolas?

Conhecer as ferramentas de análise espacial e ter habilidades com um sistema GIS, é um diferencial para qualquer profissional em qualquer segmento de indústria, por este motivo, precisamos do GIS cada vez mais presente no ambiente acadêmico.

A análise espacial oferece novas perspectivas para as áreas de tomada de decisão e enriquece as discussões em sala de aula, como por exemplo: onde conseguir informações e como filtrar e extrair os dados corretos para resolver problemas. Além disso muitos desses dados possuem facilidade de acesso por estarem disponíveis em sites que são públicos.

Em um momento, onde o mercado exige maior agilidade no acesso às informações para tomadas de decisões cada vez mais complexas, é fundamental trazer a luz a discussão: será que as escolas e espaços acadêmicos estão qualificando os estudantes neste sentido? Quais são os benefícios que a visão GIS pode proporcionar para os estudantes?

Podemos destacar 3 grandes forças que juntas são imbatíveis, são elas: Dados, GIS e o Analista GIS.

Como já foi dito antes, os Dados são imprescindíveis e com ele é gerada toda inteligência. É com ele que definimos, por exemplo, as estratégias da empresa, como um determinado produto está posicionado no mercado, e como nosso cliente se comporta. CADE O ONDE?

SE o Google é ferramenta para descobrirmos O QUE É. O LinkedIn/Facebook QUEM SÃO. A Imagem nos responde o ONDE.

Para extrair o melhor de cada informação é necessário um profissional com habilidades para entender como os dados se comportam espacialmente e como relacionar as informações de forma que elas façam sentido.

Por fim, é necessário que esse profissional tenha uma ferramenta poderosa capaz de responder a todas as análises que serão realizadas e que suporte o processamento de um número grande de informações.

Por este motivo faz-se tão necessário o investimento no estudo de análises espaciais e do uso de uma plataforma sênior nas universidades.

Energia elétrica, Telecomunicações, Saneamento, Agronegócios, Varejo, mineração, governos, são apenas exemplos de indústrias que contratam especialistas em geoprocessamento ou áreas relacionadas para operar sistemas GIS, seja para atendimento de demandas regulatórias, aumento do faturamento, engajamento da marca ou até para recuperação de receita.

Mas qual a importância de se ter um sistema como o ArcGIS nas universidades?

O ArcGIS é uma plataforma completa, capaz de atender desde organizações menores até a grandes empresas. E ter o conhecimento de como utilizar as aplicações que compõem a plataforma pode ser um diferencial competitivo no mercado de trabalho.

O Aluno precisa saber que a ferramenta é bastante usada nas empresas pois ela é completa e se baseia em 3 pilares: Registro, Engajamento e Insights. Eles funcionam da seguinte forma:

No sistema de Registro é onde o aluno aprende a estruturar e concentrar toda a camada de dados que será preciso para a análise. Já a carga dos dados se dá através de ferramentas de Engajamento onde serão coletados os dados, seja através de coletas feitas em campo ou em páginas Web, e por fim todos esses dados são processados e demonstrados em uma ferramenta de insights que facilita o entendimento das informações e a transação dos dados dinâmicos para todas as camadas da empresa.

Quer saber mais sobre a importância do GIS nas universidades? Acesse esse StoryMap da Rio Hondo College que traz um pouco da história do GIS e das diferentes aplicações.

Outro caso de destaque que demonstra o uso do GIS no mundo acadêmico foi o Dashboard da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore, nos Estados Unidos, que viralizou no início da pandemia trazendo uma visão clara e intuitiva sobre o avanço da doença no mundo.

No Brasil um dos exemplos de sucesso no uso do GIS que podemos citar é o Hub da UnB que você pode acessar clicando aqui.

Contamos com licenciamentos especiais tanto para Universidades quanto para estudantes que querem desenvolver suas habilidades usando o ArcGIS, essas licenças dão acesso a treinamentos e conteúdos disponíveis página da Esri.

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