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Anualmente, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), divulga os indicadores operacionais sobre a distribuição de energia elétrica no País, para que tudo saia de acordo com o planejado, é necessário uma otimização do trabalho em campo. Um dado extremamente importante é o que se refere à taxa de perdas no setor.

Em 2018 fora registrado um percentual de aproximadamente 14% de perdas em distribuição. Talvez este seja o seu primeiro contato com o tema e possa se perguntar: Mas o que isso significa? De cada 100MW adquiridos pelas concessionárias de distribuição, apenas 86MW foram faturados.

A diferença se dá o nome de perdas, podendo ser classificadas em:

Perdas Técnicas: Uma vez que a energia é entregue à distribuidora, muitos são os processos até chegar ao consumidor final. Neste trajeto é imprescindível a mudança da faixa de operação de tensão, aquecimento dos condutores decorrente da passagem da corrente elétrica (Efeito Joule), dentre outros. Apesar de também ser considerada uma forma de perda no sistema por mais bem dimensionado, o que é inevitável.

Perdas Não Técnicas: Consiste no consumo irregular ou erros durante o processo de medição. Representa a fatia que foi entregue ao consumir final, porém, não faturada pela companhia. Segundo a ANEEL:

“As perdas não técnicas ou comerciais decorrem principalmente de furto (ligação clandestina, desvio direto da rede) ou fraude de energia (adulterações no medidor), popularmente conhecidos como “gatos”, erros de medição e de faturamento.”

Diversos fatores podem influenciar a taxa de Perdas Não Técnicas, incluindo variáveis socioeconômicas das áreas de concessão. Por este motivo, o Órgão Regulador estabelece um limite como sendo “aceitável” para cada Companhia, a partir da Normativa estabelecida pelo PRORET (Procedimento de Regulação Tarifária). A diferença obtida entre o Limite Regulatório estabelecido e o valor real é de responsabilidade da concessionária e acaba se tornando um custo.

Na Indústria de Saneamento, o mesmo conceito ocorre, porém, denominado Perdas Físicas e Perdas Aparentes:

As Perdas Físicas correspondem quando os volumes de água que não são consumidos devido a vazamentos ao longo do percurso, desde a estação de tratamento até o consumidor final.

As Perdas Aparentes caracterizam o volume de água entregue, porém, não faturado devido a erros de medição e irregularidades.

Field Apps

Os Aplicativos de Campo, disponíveis a partir do ArcGIS Online e Enterprise, em conjunto com a suíte Desktop são ferramentas essenciais que apoiam desde o planejamento, execução e gerenciamento de atividades que visem ações de combate a perdas e recuperação de receita.

O ArcGIS Collector foi o primeiro integrante desta nova familia de apps de campo e lançado em meados de 2014. Desde lá, novas apps foram desenvolvidas para apoiar em necessidades de especificações para coleta, entendimento, navegação, planejamento, coordenação e monitoramento.

O ArcGIS Field Maps é a aplicação para campo mais recente, trazendo no momento os recursos do ArcGIS Explorer, Collector e Tracker em uma única solução móvel.

Especialmente para você, criamos uma Oficina de Valor demonstrando os apps de campo em execução para atividades que corroboram com o planejamento operacional e iniciativas para redução de perdas.

Através de um Painel Gerencial, construído com o ArcGIS Dashboard, é possível monitorar os principais indicadores, assim como ter uma visão gerencial do status da operação em tempo real para tomada de decisão.

Se você gostou do conteúdo acima vai adorar a “Semana da Inovação no setor de Energia Elétrica – Como aumentar a produtividade das operações de campo com o ArcGIS”.

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